quinta-feira, setembro 21, 2006
"Vamo pro jogo ou não vamo??"
Eu quero votar, e você??
Tá ficando complicado pensar nisso agora. Das duas uma, ou a gente se irrita ouvindo as acusações dos senhores candidatos, cheias de ofensas irresponsáveis, trocadas só pra fazer média na TV e no rádio; ou a gente simplesmente... Se irrita mais ainda, pra aturar os "bonitinhos" que vem com aquela voz cheia de arrogância, dizendo que o país tem jeito sim, e que "ELE", escutem essa, "ELE", tem o maior programa social que essa cidade já viu, que "ELE", isso mesmo, tem trabalhado insistentemente durante anos a fio, em benefício dos jovens... Óoh..."
Parece que os caras esqueceram de dizer o que pretendem fazer de bom, se é que tem mesmo um plano sério e que valha meu voto. Na despedida ainda ouço: "Obrigado, queridos futuros eleitores".
Ah! Das poucas coisas que eu odeio na vida, uma delas, pode crer, são esses extremos.
Ontem estive numa plenária, um pequeno bate-papo com alguns candidatos às vagas de Dep. Estadual e Federal. Enquanto os excelentíssimos convidados preocupavam-se em usar seus preciosos minutos para relembrar vitórias pessoais, munidos de um vocabulário e uma dicção exemplar, eu estava lá, um tanto quanto preocupado com a minha escolha no dia primeiro. Ok, ok... Entendo, o tempo para falar é bem curto, "é preciso se tornar conhecido diante da população"; "a primeira impressão, é a que fica"; "temos de aproveitar as oportunidades para cativar o eleitor"... É, eu sei... Mas nessa brincadeira, as respostas às perguntas feitas pelos presentes, essas, infelizmente, precisam ser abordadas de forma geral... Ou melhor, eu diria, superficialmente.
Pôxa, vir até o meu bairro para simples promoção, aí não dá. Na quinta pergunta eu já não me encostava mais na cadeira... Pra quê ser direto? Pra quê? Nem vou citar os nomes e os números dos cidadãos, a noite dessa quarta serviu pra eu saber bem em quem não votar. Enquanto as preocupações forem apenas pessoais, enquanto o objetivo maior dessa história toda, seja apenas essa guerra idiota entre oposição e situação, a gente vai continuar aqui...
Bom, a mim, resta... "Ir pro jogo!"
Tá ficando complicado pensar nisso agora. Das duas uma, ou a gente se irrita ouvindo as acusações dos senhores candidatos, cheias de ofensas irresponsáveis, trocadas só pra fazer média na TV e no rádio; ou a gente simplesmente... Se irrita mais ainda, pra aturar os "bonitinhos" que vem com aquela voz cheia de arrogância, dizendo que o país tem jeito sim, e que "ELE", escutem essa, "ELE", tem o maior programa social que essa cidade já viu, que "ELE", isso mesmo, tem trabalhado insistentemente durante anos a fio, em benefício dos jovens... Óoh..."
Parece que os caras esqueceram de dizer o que pretendem fazer de bom, se é que tem mesmo um plano sério e que valha meu voto. Na despedida ainda ouço: "Obrigado, queridos futuros eleitores".
Ah! Das poucas coisas que eu odeio na vida, uma delas, pode crer, são esses extremos.
Ontem estive numa plenária, um pequeno bate-papo com alguns candidatos às vagas de Dep. Estadual e Federal. Enquanto os excelentíssimos convidados preocupavam-se em usar seus preciosos minutos para relembrar vitórias pessoais, munidos de um vocabulário e uma dicção exemplar, eu estava lá, um tanto quanto preocupado com a minha escolha no dia primeiro. Ok, ok... Entendo, o tempo para falar é bem curto, "é preciso se tornar conhecido diante da população"; "a primeira impressão, é a que fica"; "temos de aproveitar as oportunidades para cativar o eleitor"... É, eu sei... Mas nessa brincadeira, as respostas às perguntas feitas pelos presentes, essas, infelizmente, precisam ser abordadas de forma geral... Ou melhor, eu diria, superficialmente.
Pôxa, vir até o meu bairro para simples promoção, aí não dá. Na quinta pergunta eu já não me encostava mais na cadeira... Pra quê ser direto? Pra quê? Nem vou citar os nomes e os números dos cidadãos, a noite dessa quarta serviu pra eu saber bem em quem não votar. Enquanto as preocupações forem apenas pessoais, enquanto o objetivo maior dessa história toda, seja apenas essa guerra idiota entre oposição e situação, a gente vai continuar aqui...
Bom, a mim, resta... "Ir pro jogo!"